Classe terapêutica amplia o acesso a tratamentos de alta complexidade e fortalece a sustentabilidade do sistema de saúde; Sandoz, pioneira global em biossimilares, reforça impacto no país
Em um contexto de envelhecimento da população, aumento das doenças crônicas e pressão crescente sobre os orçamentos em saúde, os biossimilares completam 20 anos no mundo, consolidando‑se como uma das principais estratégias para ampliar o acesso a tratamentos de alta complexidade.
No Brasil, essa agenda ganha ainda mais relevância diante do aumento da prevalência de doenças crônicas e de alta complexidade, que demandam terapias contínuas e sofisticadas. Nesse cenário, os biossimilares se consolidam como uma alternativa essencial para ampliar o cuidado à população, ao mesmo tempo em que aliviam a pressão sobre os orçamentos públicos e privados de saúde.
Desenvolvidos a partir de organismos vivos, os biossimilares possuem qualidade, segurança e eficácia comparáveis aos medicamentos biológicos de referência¹ e ampliam o acesso por meio de custos mais competitivos. Esse avanço ocorre em um contexto de profunda transformação do setor: até 2027, a biotecnologia deverá concentrar cerca de 35% dos gastos globais em saúde², e sete dos dez medicamentos mais vendidos no mundo já são biológicos³, o que torna o debate sobre acesso e sustentabilidade cada vez mais estratégico para os países.
No Brasil, esse avanço é expressivo. Desde o lançamento do primeiro biossimilar em 2015, o País se consolidou como um dos principais mercados globais dessa tecnologia, com mais de 60 medicamentos biossimilares aprovados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)⁴, além de 20 tecnologias em análise e outros 10 aguardando avaliação⁶. A relevância dessa classe se reflete também no impacto econômico. Embora os medicamentos biológicos representem uma parcela reduzida do volume total adquirido pelo SUS, eles concentram uma fatia significativa do orçamento público destinado à compra de fármacos⁵. Nesse contexto, os biossimilares se tornam aliados estratégicos da sustentabilidade do sistema, podendo gerar reduções médias de cerca de 30% nos custos em comparação aos medicamentos de referência³.
“Celebrar os 20 anos dos biossimilares é reconhecer uma mudança estrutural na forma como o sistema de saúde amplia o acesso à inovação. Essas duas décadas mostram que o fim da patente não encerra um ciclo, mas inaugura uma nova fase de acesso para mais pacientes, com qualidade, segurança e sustentabilidade. No Brasil, essa é uma agenda estratégica, que exige visão de longo prazo e colaboração entre governo e indústria para fortalecer o sistema de saúde e ampliar o cuidado à população”, afirma Isabella Wanderley, presidente da Sandoz no Brasil.
A Sandoz foi pioneira global nesse movimento ao lançar, em 2006, o primeiro biossimilar do mundo, desenvolvido a partir da somatropina. Desde então, a classe evoluiu de forma consistente, impulsionada pela expiração de patentes e por avanços científicos e regulatórios, ampliando o acesso a terapias biológicas em diferentes áreas terapêuticas. Hoje, os biossimilares representam uma resposta concreta ao desafio de conciliar inovação, acesso e sustentabilidade ao longo do tempo.
Com quase nove décadas de presença no Brasil e 140 anos de história global, a Sandoz mantém uma visão de longo prazo no país, reunindo experiência, escala e responsabilidade para contribuir de forma estruturante com o futuro do sistema de saúde brasileiro.
Esse compromisso se reflete também na atuação em parceria com o setor público. Por meio das Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo (PDPs), a Sandoz colabora com o governo e com laboratórios públicos na transferência de tecnologia, na produção local de medicamentos e na ampliação do acesso a tratamentos de alta complexidade no Sistema Único de Saúde (SUS), reforçando que os desafios de acesso à saúde exigem soluções colaborativas e não podem ser enfrentados de forma isolada.
Na prática, isso se traduz em mais pacientes atendidos em áreas como oncologia, doenças autoimunes e osteoporose, em que o acesso contínuo ao tratamento é fundamental para evitar complicações e preservar a qualidade de vida. Com duas décadas de experiência em biossimilares, a Sandoz segue investindo em pesquisa, desenvolvimento e parcerias estratégicas para expandir seu portfólio e contribuir para um sistema de saúde mais resiliente, inclusivo e preparado para os desafios das próximas décadas.
Fonte: Assessoria de Imprensa Sandoz