A expansão contemplará medicamentos em áreas terapêuticas, como oncologia, doenças infecciosas, metabolismo e saúde mental
O ano de 2026 promete um novo ciclo de expansão para o mercado de medicamentos genéricos no Brasil. Com o vencimento de patentes que protegem terapias consideradas estratégicas, diversas moléculas devem entrar no segmento.
São medicamentos em áreas terapêuticas, como oncologia, doenças infecciosas, metabolismo e saúde mental, de acordo com Tiago de Moraes Vicente, presidente-executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Medicamentos Genéricos e Biossimilares (PróGenéricos), em entrevista para o Guia da Farmácia.
“Entre eles estão medicamentos indicados para o tratamento de mieloma múltiplo, transtorno do déficit de atenção e hiperatividade (TDAH), diabetes tipo 2, HIV e psoríase, o que abre perspectivas importantes para ampliar o acesso da população a terapias eficazes, seguras e de menor custo”, afirma Vicente.
Queda de patentes e chegada de genéricos
De acordo com a PróGenéricos, entre as moléculas com patentes previstas para expiração estão:
Alogliptina
Tratamento indicado para: diabetes tipo 2.
Lisdexanfetamina
Tratamento indicado para: TDAH.
Cariprazina
Tratamento indicado para: esquizofrenia e transtorno bipolar.
Elagolix
Tratamento indicado para: endometriose.
Fostamatinibe
Tratamento indicado para: Trombocitopenia Imune Crônica (PTI).
Latanoprosta
Tratamento indicado para: glaucoma e hipertensão ocular.
Linaclotida
Tratamento indicado para: síndrome do intestino irritável com constipação (SII-C), a constipação idiopática crônica (CIC)
Pemafibrato
Tratamento indicado para: dislipidemias.
Relugolix
Tratamento indicado para: câncer de próstata.
Siponimod
Tratamento indicado para: esclerose múltipla.
Obinutuzumabe
Tratamento indicado para: leucemia, linfoma e nefrite.
Elotuzumabe
Tratamento indicado para: mieloma múltiplo.
Dulaglutida
Tratamento indicado para: diabetes mellitus tipo 2.
“A entrada dessas moléculas no segmento de genéricos e biossimilares reforça o papel estratégico do setor na sustentabilidade do sistema de saúde, promovendo maior concorrência, redução de custos e ampliação do acesso a tratamentos de alta complexidade”, afirma Vicente.
Fonte: https://guiadafarmacia.com.br/novas-moleculas-devem-impulsionar-o-mercado-de-genericos-em-2026/
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